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Vibecoding com engenharia, IA sem medo e bastidores reais de quem roda empresas com IA.
Todo argumento que eu fiz sobre revisar o que a IA escreve vale em dobro quando ela executa sozinha. A diferença é que agora o erro acontece enquanto você não está olhando.
Dá pra usar agente de IA sem programar nada. O que não dá é usar sem decidir três coisas antes, e essas três não são técnicas.
Quando um agente erra, alguém precisa responder. Se essa pessoa não tiver nome, sobrenome e tempo alocado, a resposta padrão da empresa vai ser o silêncio até o cliente reclamar.
Se você não consegue reconstruir o que o agente fez e por quê, você não tem operação. Tem fé. Cinco campos por ação resolvem, e dá pra montar hoje.
A diferença entre um assistente e um agente não é inteligência. É que um erra na sua frente e o outro erra enquanto você dorme. Isso muda onde o seu controle precisa estar.
O comportamento padrão de um agente diante da dúvida é continuar. É esse o problema. Parar precisa ser instruído, e existem quatro freios que resolvem quase tudo.
Agente não custa por resposta. Custa por tentativa. E como ele tenta várias vezes antes de concluir, a conta não se parece em nada com a de usar IA no chat.
MCP virou o padrão de como agentes acessam ferramentas e dados. Entender o desenho importa mais que a configuração, porque é o desenho que define o que ele alcança.
Quando quarenta ações acontecem em dois minutos, você não revisa. Você aceita. A velocidade que parece o produto é também o que impede você de perceber o problema.
Revisar resposta de chat é fácil: é um texto. Revisar uma sequência de trinta ações é outro problema, e exige um método diferente do que você usa hoje.
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